Olá, vou mostra um pouquinho das maravilhas de nosso mundo

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Muralha da China


A fortaleza toma conta do horizonte. Para a direita, espalha-se no topo das montanhas, esconde-se cinzenta pela vegetação que cobre a serra e, de repente, surge imponente. Para a esquerda, sobe a pique o morro, apequenando tudo que a cerca. A Grande Muralha da China, onde outrora guerrearam hunos, mongóis e manchus, agora é palco de outro desafio, pacífico, festivo: uma maratona.

Na praça Yin Yang, ao pé da muralha em Huangyaguan, a três horas de viagem de Pequim, um punhado de corredores vindos de 30 países espera a hora da largada. A eles foi reservado um pequeno trecho dos mais de 6.000 quilômetros da fortificação, que se espalha de leste a oeste pelo norte da China. Breve, mas perigoso: tem mais de 1.700 degraus de tamanhos diversos, áreas semidestruídas e locais com risco de desabamento.

Às 7h30, com o sol começando a vencer as nuvens, é dada a largada. Disparam cerca de 500 pessoas que enfrentariam distâncias diversas, dos 42.195 metros da maratona completa a 10 km, todas com trechos sobre a muralha. Meia hora depois, sairiam os participantes da prova de 5 km.

O início é fácil, plano. Mas logo os corredores passam sob um pórtico colorido e começa a subida da montanha. Depois de quase cinco quilômetros pelo asfalto, uma forte rampa calçada com rochas leva a um pequeno pórtico, onde uma placa de ferro diz o óbvio: entrada da Grande Muralha. A partir dali, todos correm sobre a fortificação que um dia guardou as fronteiras do Império chinês.

Essa parte da muralha foi construída há mais de 1.400 anos. Estende-se por cerca de 40 quilômetros, no topo das montanhas que se espraiam de leste a oeste pelo norte chinês. Ali, fica em média mais de 700 m acima do nível do mar. O trecho em Huangyaguan inspirou um ditado chinês: "Se um homem guardar a passagem, 10 mil não conseguirão entrar".

Além dessa área, outros trechos da muralha foram colocados em condições de receber turistas --os mais conhecidos e visitados ficam a cerca de uma hora de viagem de Pequim.

O de Huangyaguan foi recuperado no final da década de 80, e a parte aberta ao turismo tem pouco mais de três quilômetros.

As primeiras escadarias são uma beleza, com degraus em tijolos cinzentos. Os pontos de descida mais íngreme estão marcados com tinta branca. Mas nada avisa que, apesar de terem a mesma profundidade, os degraus em cada lance não são da mesma altura.

Apesar de difícil, o percurso é mais ou menos normal até a torre que marca o ponto mais alto do percurso sobre a muralha, cerca de cem metros acima do local em que os corredores entraram. A partir daí, o piso é de rochas irregulares. As passagens são estreitas, as descidas são íngremes e em vários pontos não há paredes.

Começam os trechos de fila indiana. Encostados no paredão, agarrados a um corrimão improvisado, os corredores tentam ficar o mais longe possível do lado onde não há proteção --as paredes da muralha têm em média dez metros de altura e depois ainda há muito morro para cair...

Nesse ritmo, procurando fugir de acidentes e ao mesmo tempo seguir o mais rápido possível, os maratonistas finalmente chegam ao fim do primeiro trecho. Saem da muralha, mas ainda estão no alto da montanha e precisam descer uma trilha pedregulhosa e escorregadia, com degraus irregulares cortados na montanha.

No final da descida quase a pique, os atletas voltam à cidadela onde tudo havia começado. Estão no asfalto, disputam espaço com carros, caminhões e ônibus. Correm sem proteção, cuidando para ficar no acostamento e fugir dos motoristas chineses, que parecem adorar a buzina e também são fãs da velocidade.

Logo saem do asfalto e correm em uma estreita estrada de chão batido, que margeia um rio agora seco, vazio. No leito sem água, um pastor leva suas cabras pelas pedras. Do outro lado do ex-rio, casas simples e pequenas lavouras desafiam o terreno íngreme.

E assim os corredores chegam ao primeiro vilarejo que vão atravessar no percurso fora da muralha, Duanzhuang. É uma comunidade rural pobre, mas sem favelas à vista. As casas pequenas, de tijolos, se empilham em ruelas que cruzam a via principal.

Nas soleiras das portas, moradores acompanham a passagem dos corredores. As crianças fazem a festa, cumprimentam os visitantes, gritam um "hello" cantado, a que os estrangeiros respondem com "ni hao!" em chinês castiço.

Fora da área urbana, há plantação dos dois lados da estrada. De vez em quando, ouve-se o canto de um pássaro tal qual os relógios: "Cuuu-co". Trata-se do próprio cuco, "bu qu" para os íntimos, cujo nome completo é "bu qu liao".

Em outro vilarejo, ao lado da agricultura, a criação de porcos é fonte de renda. À beira da estrada, grandes chiqueiros, antes da entrada da cidade. Diferentemente do que acontece no interior brasileiro, a comunidade não se forma a partir da igreja. Na região chinesa, escola e hospital são os prédios maiores, mais enfeitados.

Mais à frente, os corredores separam-se. Os da meia maratona começam seu retorno, os que vão cumprir 42,195 quilômetros seguem. Terão ainda muito asfalto solitário, subidas fortes, longas descidas em areião. Do ponto mais alto do percurso, no km 22, vêem as montanhas ao longe, o rio, campos limpos e lavoura.

É hora de segurar as forças. O sol já queima, o calor e a umidade aumentam o cansaço, os atletas procuram as raras sombras no caminho para facilitar a volta, diminuem o ritmo --alguns caminham de quando em quando.

Mas todos, em melhor ou pior condição, acabam chegando de volta à cidadela e ao torreão que marca o retorno à muralha.

Farão agora o caminho inverso do enfrentado quando começaram a prova. Terão de escalar a montanha e novamente enfrentar 1.750 degraus de todos os tipos e tamanhos. Não poucos vão de gatinhas, outros buscam o suporte do paredão para erguer o corpo.

Esgotados, atletas sentam nos degraus, em que camelôs aproveitam para oferecer frutas da região --principalmente uma espécie de pêra, muito branca, mas sem gosto. Cinco yuans valiam mais de meia dúzia de frutas.

Subindo e descansando, finalmente os corredores avistam, lá do alto, a estrada que vai levá-los ao ponto final. Agora é só morro abaixo. E soltam o freio nesses derradeiros quilômetros, para chegarem felizes, cada um o próprio herói, à praça Yin Yang. Ganham medalha, aplauso 

e festa. E levam o dragão no coração.


            


Com a morte do imperador Qin Shihuang e com a ascensão da Dinastia Han ao poder, por volta de 206 a.C., reiniciou-se o crescimento chinês e os trabalhos na muralha foram retomados ao longo dos séculos até ao seu esplendor na Dinastia Ming, por volta do século XV, quando adquiriu as atuais feições e uma extensão de cerca de sete mil quilômetros, estendendo-se de Shanghai, a leste, a Jiayu, a oeste, atravessando quatro províncias e duas regiões autônomas.

A Grande Muralha estende-se por cinco mil quilômetros de leste a oeste no norte da China como um imenso dragão percorrendo seu caminho pelos desertos e montanhas. Considerada uma das sete maravilhas do mundo, despertou a curiosidade, o interesse e a admiração de todo o planeta. A Grande Muralha figura no catálogo de relíquias culturais e foi incluída em 1987 no Patrimônio Cultural Mundial da Unesco. 



                                         


Sua construção se iniciou no período dos Reinos Combatentes e durante esta prolongada época, a China teve sete reinos independentes: Chu, Qi, Wei, Han, Yan, Qin e Zhao que para se defenderem das incursões vizinhas cada um destes reinos construiu suas próprias muralhas em terrenos de difícil acesso. No ano de 221 a.C, o reino de Qin conquistou os outros seis estados e resolveu unificar toda China, ordenando a união das muralhas levantadas por cada reino e construir novas tramas. Por isso, a Grande Muralha passou a fazer parte da história da China com o nome de “Muralha do Dez Mil Li” que fora conservado até os dias de hoje e vem sendo usado pelos chineses.

O desenho e a construção da Grande Muralha são um reflexo fiel da sabedoria dos estrategistas e construtores daqueles tempos. Os muros, corpo principal da obra, se construíram aproveitando os contornos das montanhas e dos vales. Ainda que a Grande Muralha tenha cumprido sua missão por muito tempo, sua permanência para a humanidade constitui em um valiosíssimo legado cultural, histórico, artístico, arquitetônico e turístico. 





a muralha da china um dos pontos turisticos do mundo e da china a muralha tem varios quilometros a sua grande extensão pela o grande pais da china  um dos paises mais velhos do mundo a muralha e uma bela muralha tem uma bela paisagem. 

sábado, 27 de agosto de 2011

Londres



Londres - Englaterra 
  

Há quem diga que Londres é uma cidade paradoxal. Tradicionalista, monárquica e elegante, Londres é também a capital do rock, das vanguardas e da inovação. A cidade absorve a diversidade dos seus imigrantes e turistas da mesma forma que preserva rituais seculares como tomar o chá da tarde.
Londres é milenar. Seus castelos e palácios imponentes se misturam com a vida moderna de uma cidade cosmopolita, que dita tendências do mundo ocidental, seja na economia, na política internacional, na cultura, na música...
Londres é paradoxal, é eclética, é diversificada como uma metrópole mundial deve ser.



Atrações
Big Ben: principal cartão postal de Londres e de toda a Inglaterra, o Big Ben é a Torre do Palácio de Westminster, onde funciona o parlamento inglês.
A fama da pontualidade britânica se deve ao seu relógio, que desde 1859 marca o horário do mundo, a partir do Meridiano de Greenwish.
Torre de Londres: Localizada às margens do Tamisa, a Torre abrigava a antiga prisão de Londres, onde tanto a plebe quanto os nobres traidores eram presos, julgados e executados.
Rio Tamisa: a margem sul do Rio Tamisa, entre o palácio de Westminster e a Torre de Londres, é o trecho mais belo do Rio Tamisa, conhecido como Millennium Mile. No caminho, um rico conjunto arquitetônico abriga atrações culturais e gastronômicas.
Palácio de Buckingham: cercado pelo tráfego intenso das avenidas que o contornam, o Palácio é a residência oficial da Rainha Elizabeth II. A arquitetura austera do palácio se completa com exuberante e gigantesco jardim.
London Tower Bridge: construída no séc. XIX, a Tower Bridges é um dos principais cartões postais de Londres. A ponte passa pelo Rio Tamisa e é sustentada por duas torres belíssimas.
London Eye: uma elegante roda gigante às margens do Rio Tamisa, de onde se tem uma belíssima vista panorâmica de Londres.
Catedral de Saint Paul: cada vez mais escondida pelos arranha-céus do centro financeiro de Londres, a Catedral de Saint Paul mantém a sua imponência. Construída para substituir a antiga catedral que foi consumida pelo grande incêndio que arrasou boa parte de Londres 1666, a catedral já foi uma das construções mais altas da cidade, e ainda hoje, é possível se apreciar uma bela vista de sua cúpula.
Millennium Bridge: a ponte é a única de Londres exclusiva para pedestres. Liga o Museu de Arte Moderna à Catedral de Saint Paul. Sua arquitetura arrojada, quando iluminada à noite, parece uma lâmina fina cortando o Tamisa.
Castelo de Windsor: a cerca de 30 min de trem de Londres, o  castelo é uma das residências da Rainha Elizabeth II. Sua construção é datada de mais de 900 anos, e seu interior pode ser visitado mediante a compra de ingresso.



Londres um local belo a realeza em Londres esta linda para olimpiadas 2012 Londres com sua 
beleza com seus lindos locais para competição.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Tokio



 Tokio-Japão 



Visitar Tóquio pode não ser uma tarefa tão fácil: seja pela distância, pelos preços altos ou mesmo pela dificuldade do idioma. Mas você verá que qualquer sacrifício vale a pena quando se defrontar com a rica (e intrigante) cultura e todas as surpresas que a capital japonesa reserva para sua estadia.
Há quem diga que a cidade é feia, cinza e uniforme. Outros acham que o trânsito caótico e a multidão desordenada assustam. Discorde e vá descobrir por você mesmo. Tóquio não é nem feia nem bonita, nem super moderna nem antiga. Aguce sua sensibilidade e descubra as sutilezas ocultas dessa metrópole.

Tóquio é a cidade da moda. E dos modismos. Se no verão reinavam as "gyaru" (do inglês girl) e seus celulares coloridos com antenas piscantes e você pode ouvir a cantora pop Utada Hikaru cantando "Fly me to the Moon" por toda a cidade, o inverno promete ser o Natal dos celulares com tela colorida (256 cores), com câmera digital embutida. É fotografar e enviar a foto na hora.

O visual alegre e multicolorido das "gyaru" dá lugar a um visual mais sofisticado, mas ainda extravagante, baseado nas pashiminas (espécie de cachecol mais largo, feito de lã) e nas mini-saias, mais curtas ainda.

E o hype agora é ouvir a balada "Everything" na voz de Misia, diva pop que consagrou o rythm & blues definitivamente no país.

Por que você precisa saber isso? Porque em Tóquio tecnologia, moda e música são fatores fundamentais. Além da comida, é claro. 





A tecnologia um cidade bem disivouvida para a tecnoligia em todos os locais da capital japonesa com seus lindos pedrios suas lindas pontes e claro a tecnoligia em  bem avançada.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Paris


PARIS A "CIDADE LUZ"

Se você estiver em Paris à noite, especialmente durante o Natal e o Ano Novo, não será difícil entender o motivo da expressão "cidade luz". A iluminação enche os olhos de todos que por lá passam. Mas não é só a luminosidade que é abundante na cidade. A arquitetura exala beleza e a programação cultural é intensa. Veja ao lado dicas de museus e informações sobre os principais pontos turísticos da cidade.

Arco do Triunfo
O ideal seria percorrer Paris a pé para não perder absolutamente nada. Mas isso não é possível. Então, escolha roteiros que você possa cumprir. Visite a Torre Eiffel e os jardins e espelhos d'água do Trocadeiro, na Île de la Cite vá até a catedral de Notre Dame, imperdível, e desça até a cripta onde estão as primeiras pedras de Paris, que remetem ao Império Romano. Depois, siga até a Sainte Chapelle, no Palais de Justice, uma linda capela transformada em museu.
A Bastilha, onde ficava a prisão política do império francês, vale uma visita. A queda da Bastilha, ocorrida dia 14 de Julho de 1789, é o principal feriado francês. Já o Cemitério do Père Lachaise é, possivelmente, o mais importante do mundo. Nele, estão os túmulos de Jim Morrison, Balzac, Molière, Proust, Oscar Wilde, Irmãos Lumiére, La Fontaine, Chopin, Edith Piaf, Allan Kardec, Sarah Bernhardt e muitos outros. O local é visitado por turistas e amantes de História, Artes e Arquitetura.
A Grand Bibliotèque de France é um lindo prédio de vidro, que teve sua construção muito criticada por deixar que a luz do sol estrague os livros. Um sistema de tapumes foi criado depois de sua inauguração para evitar a destruição das obras. O prédio vale uma visita.

Torre Eiffel
O bairro Le Marais, que faz parte do patrimônio histórico da Unesco, era uma área boêmia de artistas e hoje abriga uma animada comunidade gay. Já o Quartier Latin, no lado direito do rio Sena, ainda reúne estudantes e intelectuais. Passear pelos bulevares Saint Michel e Saint Germain, cheios de bistrôs e cafés, é uma experiência agradabilíssima.
Ainda no Quartier Latin encontra-se a Sorbonne, uma das mais respeitadas universidades do mundo, e o Panthéon, construído na época de Luís XV como Igreja de Santa Genoveva e nacionalizado em 1791 como sepultura dos "Grandes Homens". O monumento abriga nomes como Napoleão, Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola entre outros.



Bairro de Septième
Já o bairro de Septième é o exato oposto, onde encontra-se a burguesia parisiense, consulados, a École Militaire, o Musée des Armées, onde está exposto o caixão de Napoleão, e a sede mundial da Unesco. Um local interessante, também com outra proposta, é La Defense, uma área futurística criada por multinacionais francesas onde está o moderno arco do triunfo, o Grand Arch de La Defense, e outras esculturas.
Antes de deixar Paris, pegue um trem e vá até Versailles, sede da corte francesa de Luís 15 e um dos palácios mais ricos do mundo. O local dá uma idéia do refinamento e do luxo da elite na França pré-revolucionária.



O RIO SENA

Um passeio em barco pelo rio Sena oferece uma vista que resulta muito atrativa e bem localizada para o recém chegado. Desde suas águas ancestrais, é possível viver com intensidade essa sensação onírica de estar preso no passado, numa espécie de cartão postal vivo que golpeia com os cheiros, os sons e as cores que se percebem. Há três companhias que oferecem excursões em barco pelo rio de dia durante quase todo o ano e de noite durante o verão, quando o clima convida a percorrer Paris desta romântica maneira. Os passeios duram desde uma hora até uma manhã ou uma tarde. Algumas naves são de grande elegância e exigiram a seus passageiros o uso de traje e gravata. Os preços variam de acordo à qualidade da embarcação e os serviços que preste.
O rio pode-se percorrer também a pé, por suas margens, encontrando então um forte contraste entre a quietude de suas águas por um lado, e a agitação veicular das vias rápidas que correm paralelas ao rio. A maior vantagem de fazer o percurso a pé é que desta forma resulta possível aceder a suas pontes no sentido em que foram construídos: como forma de cruzamento para o lado oposto.
As pontes do Sena foram construídas entre 1600 e 1800 por ordens de diferentes governantes. A intenção era, desde logo, prática: facilitar o trânsito de um lado a outro do rio; contudo, a caraterística espirito estético dos franceses fez destas pontes lugares românticos e belos desde os quais ter um instante de intimidade com o rio e seus reflexos. O Pont Neuf, de 1607, foi nos tempos de sua recente construção um centro de reunião de cantores mambembes, charlatães, vendedores de livros e dentistas amadores, assim como de toda classe de picaretas e ladrões. O Pont Royal, construída no reinado de Luiz XIV, permite uma excelente vista dos jardins das Tullerias e o Louvre. O Pont de la Concordia, correspondente à etapa da Revolução francesa, guarda em suas entranhas pedra tomada da destruição da Bastilha e com isso representa o fim de uma era de absolutismo que os franceses marcam notavelmente. Também se lhe conhece como o Ponte da Revolução. Por último, o Pont Alexandre III, a mais nova do rio, construído a finais do século XIX, representa a era tecnológica da França ao estar realizado em aço.


Paris uma bela cidade com sua linda torre eiffel com sua lindo arco do triunfo com seu lindo rio sena com sua lindas beleza e seus pontos turisticos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Nova York





Nova York


Pensar em fazer uma viagem para um dos focos de uma crise mundial pode parecer loucura. Nova York nunca precisou de uma "desculpa" para ser visitada. Ainda mais num momento de tantas incertezas.

Você economizou, se preparou, encheu seu coração de coragem e, além do mais, merece colocar os pés na capital do mundo. Esta, portanto, é a sua chance de presenciar um momento histórico e conhecer uma das cidades mais visitadas em transformação, que em 2008 recebeu número recorde de visitantes, 47 milhões de pessoas.

Dois acontecimentos históricos mudaram a vida do norte-americano e também do mundo. A vitória do primeiro afro-americano, Barack Obama, a um dos cargos mais cobiçados do planeta, de presidente dos Estados Unidos, é um deles. O outro, uma das maiores crises financeiras mundiais depois de 1929.

                                                                            Nova York não recebe apenas um tipo de turista. Os roteiros para conhecer a cidade são infinitos e podem ser feitos até mesmo de forma temática, como conhecer, por exemplo, a cidade a partir de visitas a locações de grandes filmes rodados ali. Assim, como em qualquer lugar, o importante não é o número de dias rodados e, sim, como você os vivencia.

Para isso, pare, pense e reflita: como você quer conhecer NY?

A cidade ocupa o primeiro lugar no ranking como a mais populosa dos Estados Unidos. De acordo com o último dado fornecido pelo serviço nacional de recenseamento, em 2000, era possível ouvir cerca de 170 idiomas falados regularmente na cidade, que é divida por cinco distritos: Manhattan, Bronx, Queens, Brooklyn e Staten Island.

Margeada pelo rio Hudson, Manhattan corresponde à área mais rica de Nova York. É onde estão localizados o centro financeiro, na famosa Wall Street, a sede da ONU (Organização das Nações Unidas) e das principais universidades: Nova York University (NYU) e a Universidade de Columbia. A ilha de Manhattan pode ser dividida em três partes: Uptown (tradução literal para "parte de cima da cidade") possui no seu coração o Central Park. Ainda um pouco mais acima, a região é conhecida como "Way Uptown" (na tradução literal, "muito mais acima") é onde estão bairros como o Harlem.

O meio da cidade, Midtown, é a região em que se localiza o Rockefeller Center e bairros como Chelsea, Gramercy e Hell's Kitchen. E a parte de baixo da cidade, Downtown, onde se localizam, na ponta da ilha, o Financial District, em que já se pode avistar a Estátua da Liberdade; a ponte do Brooklyn e também a área onde estão os idolatrados bairros Tribeca, Chinatown, Lower East Side, West e East Village e Soho.

O interessante em Nova York é que a paisagem nunca é a mesma. Por mais que se passe um tempo nela, você nunca se comporta da mesma forma. As famosas rosquinhas Donuts já foram substituídas pelos deliciosos cupcakes. A febre das "iogurterias" que apareceram em cada esquina e levaram os novaiorquinos à loucura com sua guerra de preços também já passou. As galerias de arte do Soho 'caminharam' para o Chelsea, ao passo que o bairro do Harlem é revitalizado e, ao mesmo tempo, recebe com alegria a vitória de Barack Obama, fazendo ouvir os tambores afro-americanos em festa semelhante ao de 4 de julho. Daqui a um tempo, a onda pode ser totalmente outra.




O mundo numa cidade

É difícil identificar o cidadão novaiorquino. Hoje, porto-riquenhos, coreanos, chineses, sul-africanos, brasileiros, paquistaneses estão por trás do que se respira por ali. Portanto, ao comprar o bilhete de avião você já fez um bom negócio. Pagando para conhecer apenas uma cidade, você terá a oportunidade de visitar outras do mundo. Prepare-se para uma metrópole única e tenha certeza que, ao voltar, sua cabeça não será a mesma.



Nova York uma linda cidade localizada nos pais dos Estados Unidos com seu encantado locais de tusrismo para sua viagem ficar especial com sua estátua da liberdade.


Disney Florida

 

Pacotes de viagens Disney 2011 2012 Pacotes de viagens Disney 2011 2012
Disney
Pacotes de viagens Disney 2011 2012: Um dos lugares mais cobiçados do mundo por turistas do mundo todo, com certeza é a Disney, antigamente somente as pessoas ricas iam a Disney, devido aos altos custos de uma viagem dessas, porém, as coisas mudaram, hoje em dia com a facilidade que as empresas de viagens e turismo do Brasil oferecem aos seus clientes,viajar a Disney ficou ainda mais fácil, confiram algumas dicas de viagens para a Disney que preparamos especialmente para vocês.

Preparamos uma lista com algumas das opções de compras de pacotes de viagens disponíveis pela CVC, uma das maiores empresas de viagens e turismo do Brasil, responsável por realizar o sonho de milhares de pessoas todos os anos, nas mais variadas temporadas de viagens, segue a lista com os pacotes de viagens para a Disney disponíveis pela CVC para o ano de 2011, confiram!


Férias Encantadas 09 dias
Incluso no pacote: Transporte aéreo de ida e volta
Traslado de chegada e saída em Orlando
Hospedagem de 07 noites em Resort Disney com Disney Dollar para o Café da manhã.
Passeios com ingressos para os parques Magic Kingdom Park, Epcot, Disney´s Hollywood Studios (com transporte Disney); Ingressos e traslados para os parques da Universal Studios e Islands of Adventure; 1 jantar no Planet Hollywood; assistência de guia CVC nos parques.
Seguro Viagem
Saídas de São Paulo – R$ 4.794,08
Férias mágicas na Califórnia – 10 dias
Incluso no pacote: Transporte aéreo de ida e volta
Traslado de chegada e saída em Los Angeles
Hospedagem de 3 noites em Anaheim e 4 noites de hospedagem em Los Angeles
Passeios com ingressos e traslados para os parques Disneyland Park e Disney’s California Adventure Park (com transporte Disney); Ingresso e traslado para os parques Six Flags e Universal Studios; passeio turístico em Los Angeles.
Seguro Viagem
Pacotes de viagens Disney 2011 20121 Pacotes de viagens Disney 2011 2012

Saídas de São Paulo – R$ 6.238,28
Férias encantadas 14 dias
Incluso no pacote: Transporte aéreo de ida e volta
Traslado de chegada e saída em Orlando
Hospedagem de 12 noites em Resort Disney com Disney Dollar para o café da manhã
Passeios com ingressos para os parques Magic Kingdom Park, Epcot, Disney´s Hollywood Studios, Animal Kingdom Theme Park (com transporte Disney); Ingressos e traslados para os parques Universal Studios, Islands of Adventure e Sea World; 1 passeio de compras com 1 parada; 1 jantar no Planet Hollywood.
Seguro Viagem
Saída de São Paulo – R$ 6.122,08






Disney um parque lindo para sua difersão para sua familia para ums viagem inesquecível para sua grande viagem para toda sua vida.

Los Angeles California










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              Los Angeles 

Los Angeles hd wallpapers 0 Los Angeles HD WallpapersLos Angeles é a capital mundial do entretenimento, e oferece teatros, bales e concertos, além de todas as estrelas do cinema que moram em Hollywood. Alguns dos melhores museus dos Estados Unidos ficam em Los Angeles, assim como muitos restaurantes famosos e vários parques naturais.

  A cidade divide-se em cinco áreas: Centro, Hollywood, os Vales, Westside e as praias. Não é a toa que as coleções de carros e as industria de aeronaves a do cinema ficam nessa região, um lugar onde qualquer capricho, mania ou estilo concebível, e alguns inconcebíveis também, têm o seu espaço, sua loja especializada e seus seguidores. A cidade oferece um arsenal de atrações e diversões de todos os lugares do mundo, muitos museus, estrelas de Hollywood e colônias étnicas.

Hollywood é indiscutivelmente a capital da industria de filmes ocidentais; a maioria dos filmes e shows para televisão são produzidos aqui. As ruas e as praias são muitas vezes usadas como cenários, no entanto grande parte acontece dentro das                        

                                                  portas dos muitos estúdios espalhados pela cidade. Muitos deles podem ser visitados como excursão, como os da NBC, Warner e Universal.

O Westside reúne os bairros de maior prestígio: Beverly Hills, Century City, Westwood, Brentwood e Bel Air. Nessa região há a maior concentração de artista por metro quadrado, e normalmente nas esquinas há camelôs com mapas que tem a localização das casas dos atores e atrizes mais famosos. Em Bervelly Hills ficam as ruas comerciais mais famosas do mundo, como a Rodeo Drive, além do Museu do Filme e da Televisão.

Santa Monica encanta o visitante pelo litoral rochoso, com muitas palmeiras e atmosfera de cidade pequena. O próspero     


cenário artísticos e os restaurantes modernos adicionam um ar europeu de sofisticação a essa comunidade praiana. As praias principais são a estadual de Santa Mônica e a Will Rogers. O símbolo da cidade é o Píer, o mais antigo da costa oeste, construído em 1908 durante o período de esplendor da cidade como centro turístico.

A região das praias de Los Angeles 
Los Angeles hd wallpapers uma Los Angeles Wallpapers HDé um ótimo lugar para passar o tempo. O visitante pode pegar um bronzeado em uma angra reservada de Malibú, ou passear de bicicleta ou patins pelo calçadão de Santa Monica, parar para ver os artistas de rua em Vanice Beach, e pasmar-se com as filigranas que os surfistas tecem nas praias de Hermosa e Redondo. A região das praias oferece outras diversões; em Malibú, por exemplo, há o Centro Bárbara Streisand para os estudos de conservatórios, ou o complexo da Estação Bergamot, onde os amantes da arte encontrarão muitas galerias.



Los Angeles uma cida bem conhecido no mundo dos cinemas com todos os lados da cidade localiza no estados da California nos Estados Unidos.