Olá, vou mostra um pouquinho das maravilhas de nosso mundo

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Miami



Miami, no Estado da Flórida, é o terceiro destino turístico mais procurado nos Estados Unidos. A cada ano, mais de 10 milhões de visitantes passam pela cidade.

As praias mais frequentadas, assim como boa parte dos hotéis e das atrações de verão, estão no litoral da cidade de Miami Beach, que integra a região metropolitana da Grande Miami. São 19 km de praias com muitas opções de esportes náuticos.As praias mais tranquilas ficam na cadeia de ilhas ao sul da cidade, com destaque para Key West, conhecida pelos recifes de corais e pela fauna marinha.
Art déco - Sair às compras em Miami Beach é parte de qualquer roteiro, especialmente na , com suas construções da década de 20 em estilo art déco. É lá que estão as butiques, as melhores opções de bares, restaurantes e danceterias aft Road.

Henry Flagler foi o "Pai da Cidade" ele era um titã da indústria americana junto com figuras como John Rockfeller e J.P. Morgan, não satisfeito com seu império industrial, e com o poder da sua Florida East Coast Railroad (estrada de ferro), ele construiu cidades ao redor da estrada de ferro. Visitando a Florida em 1883 e aborrecido com a falta de transporte e acomodações adequadas, Flagler,além de construir pequenas linhas de trem nas cidades,construiu também grandes hotéis. Levou um ano para se fazer a conexão entre West Palm Beach e Miami, e finalmente em 1896 o primeiro trem chegou a Miami e daí pra frente começa o progresso e evolução da cidade. Sempre apoiando o desenvolvimento local, Flagler ajudou a construir igrejas, escolas e hospitais.
Em 1996 Miami completou seu primeiro centenário. Uma cidade jovem, cheia de vida e esperança !
O nome "MIAMI" foi atribuído a cidade pelos primeiros moradores e na linguagem indígena, significa "Agua Doce ". Miami tem o menor rio navegável dos Estados Unidos o Miami River, que corta a cidade. Miami é uma cidade que cresceu de um pântano sobreviveu a incêndios, furacões e nunca perdeu o espírito de perseverança.
Todos os anos Miami fica de sobreaviso a espera dos furacões que se formam no Atlântico e no Golfo do México, o período de vigilância começa em Maio e vai até Dezembro, ou seja, praticamente o ano inteiro ! Apesar disso a cidade nunca perdeu sua magia e nem seus moradores.Estas tempestades violentas são a nossa dor de cabeça, em 1992 o furacão Andrew , causou mais de 30 bilhões de dólares em danos materias a cidade, foi a maior tragédia até o momento nos Estados Unidos . Não precisa ficar com medo pois o National Hurricane Center esta sempre a postos monitorando o que acontece com as tormentas e em caso de perigo a mobilização é total e hátempo suficiente para se deixar os locais que supostamente serão atingidos em caso de furacão.

DICAS PARA SUA VIAGEM
Transporte
Porque isto é um simples quadrado planejado, O Município de Miami-Dade é uma metrópoli muito fácil de navegar. Verdadeiramente todas as rodovias são direcionadas por norte/sul ou leste/oeste, por isso é quase impossível se perder.
Para facilitar a viagem, a maioria das estradas são numeradas e organizadas como northwest (NW), northeast (NE), southwest (SW), e southeast (SE) começando desde da Miami Avenue e a Flagler Street (rua Flagler). "Ruas" no Município de Miami-Dade é direcionado lest/oeste. "Avenidas" vão em direção norte/sul. Hialeah é uma excessão para está regra. As ruas de Hialeah foram renumeradas e os nomes foram trocados.
Transporte público é acessível dentro de todo o Município de Miami-Dade; há também algumas estradas de ferro. Os tipos de transporte público são: Metrobus, Metrorail, Metromover, e "Tri-Rail" trem.Metrobus é um sistema de ônibus público que serve o Município de Miami-Dade. Este sistema tem mais de 60 rotas e estações que servem 200.000 pessoas por dia. Metrobus é o único transporte público que presta serviço para Miami Beach.

Metrorail é um trem elevado que conecta a parte sul de Hialeah, Downtown, e a parte leste de kendall.Metromover é um trenzinho circular elevado que só serve área de Downtown. Top

Tri-Rail é um sitema de trem regional que conecta a parte sul do Município de Palm Beach com o Município de Miami-Dade. A última parada da estação é chamada Magnolia Station no Município de Palm Beach e a estação da parte sul fica no Aeroporto Internacional de Miami. O Tri-rail oferece transferência para você conectar com o Metro rail e Metrobus no Município de Miami-Dade.Top
Rodovias Interestaduais Pedágio
O Município de Miami-Dade é cortado pelas maiores rodovias interestaduais, principalmente pela famosa Interestadual 95 que vai de norte/sul, a Flórida turnipike, o qual vai de norte/sul e cobra pedágio na entrada do Everglades, State Road 826 que fica na direção oeste que conecta com a parte oeste do Município de Broward através da Interestadual 75; a via expresso State Road 836 conecta com a interestadual 95 e a turnpike. A turnpike e a 836 são estradas que cobram pedágio. Via expresso, State Road 112, faz conecção com o Aeroporto Internacional de Miami e Miami Beach, também cobra pedágio. Top

Hora do "Rush"
Como qualquer cidade grande, as ruas de Miami estão sempre congestionadas. Miami é cotada como a terceira pior cidade dentro dos Estados Unidos em termos de congestionamento na hora do "rush." A hora do "rush" pela manhã começa as 06:30 e termina as 0845; pela tarde começa as 03:30 e vai até mais ou menos umas 06:30 da noite. Para evitar maiores engarrafamento na interestadual 95, existe uma pista chamada (HOV) (high Occupancy Vehicle Line) que é uma pista restrita para pessoas que vão para o trabalho em grupo.

Aeroportos
Os viajantes aéreos no sul da Flórida usam o Aeroporto Internacional de Miami (MIA), que é considerado um dos maiores aeroportos do mundo. Possue 150 diferentes companhias aéreas que voam para 5 continentes diferentes, os residentes locais possuem acesso de cargo e passageiros através do mundo inteiro.

Ft.Lauderdale-Hollywood aeroporto internacional também é usado pelo sul da Flórida. Esse aeroporto não tem tantos vôos quanto o aeroporto de Miami, por isso fort lauderdale tem um melhor acesso do que o aeroporto de Miami

Miami turismo que voce vai  fazer nunca mais voce vai quere sai de linda cidade do estado da Florida dos Estados Unidos.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Grecia


Grécia



Se existe um lugar para onde todo mundo já sonhou em ir um dia, este lugar é a Grécia. As Ilhas Gregas são maravilhosas! Entre as paisagens magníficas e ruínas milenares, os mitos vencem a história e os sonhos navegam em mares de um azul incrível!
A Grécia sempre provoca suspiros: o romantismo das ilhas, a sofisticação dos cruzeiros, as praias paradisíacas, o sonho de estar debaixo do sol entre casinhas brancas e o azul do mar, o     encontro do Oriente e o Ocidente, a presença dos deuses, a grandiosidade dos templos, o mistério das ruínas...
Pisar numa praia grega pela primeira vez é uma grande experiência- a começar pelo fato que, para chegar nela, você participou de um Cruzeiro pelo mar Egeu. Claro que existem os cruzeiros luxuosos, iates, veleiros,mas existe também uma forma muito comum e barata que são os ferry boats que, adespeito da sofisticação da primeira classe,abriga mochileiros do mundo inteiro e senhoras ortodoxas vestidas de preto dos pés à cabeça.A Grécia leva consigo o mito e a história que todos fazemos idéia, mas ainda é muito mais que isto, e você só vai descobrir estando aqui.
Há muitas e muitas ilhas, na verdade umas 3 mil, ninguém sabe ao certo; das quais, aproximadamente 100 são habitadas.Dentre elas, uma das mais famosas é Mikonos,uma das ilhas do arquipélago das Cíclades. O lugar é um paraiso,seja pelo charme de suas casinhas brancas, seja pela beleza da natureza, ou pelo fato de que entre suas praias, quase todos estão como vieram ao mundo, o que corrobora a tese que na Grécia só existem dois tipos de praias, aquelas onde se usa roupa e aquelas onde é obrigatório ficar pelado.Outra coisa curiosa é que nesta praia,a Super Paradise uma das mais famosas frequentada por hippies nudistas desde 1960, não há areia...apenas pedras e pedregulhos. Estender uma esteira aqui, seria impossível.Então usemos as espreguiçadeiras e vemos com a maior naturalidade famílias inteiras divertindo-se nuas. Á tarde você poderá conhecer as igrejas de Mikonos, para ser preciso são 365 igrejas, uma para cada dia do ano, cada uma dedicada a um santo específico. O povo grego é extremamente religioso ( cerca de 95% dos gregos pertencem a religião ortodoxa). Interessante que quase todas as famílias possuem uma igreja em seu quintal usada para casamentos e batizados.Para os turistas, no entanto, funciona como marca registrada das ilhas - em Santorini o telhado das igrejas pode ser azul-escuro ou branco; em Mikonos é sempre vermelho; em Paros, azul-claro, e por aí vai.Charmosas e graciosas, o fato é que as igrejas, assim como os moinhos de vento formam mais um daqueles ícones que fazem borbulhar o imaginário sobre a Grécia.

Outro ponto que fez a fama do país á a agitação da vida noturna, as vezes nem tão noturna assim.Em Atenas, por exemplo existem boates abertas o dia todo e é comum ver as pessoas bebendo e dançando em cima das mesas como se fosse alta madrugada.Normalmente o grego saboreia uma bebida de nome ouzo, feita a base de anis.Em ilhas badaladas como Santorini, mesmo você sendo tímido é impossível acabar a noite sozinho, o clima favorece os encontros.Já em Mikonos, os conservadores devem estar atentos pois a ilha é conhecida como o paraiso dos homossexuais, sempre dispostos a novas experiências.
Á direita do arquipélago de Cíclades, está o Dodecaneso, as doze ilhas enfileiradas à costa da Turquia,das quais a de Rhodes é a mais conhecida. Abaixo de tudo,está a famosa Creta e o Palácio de Cnossos, que há quarenta séculos teve a honra de ser o berço da civilização européia.De acordo com a mitologia, era aqui, no labirinto do palácio, que morava o Minotauro, monstro metade touro, metade homem.

A impressão que se tem é que saindo de uma ilha já tropeçamos em outra, parece um erro de cálculos porque demora-se muito para atravessar as ilhas; por exemplo,de Paros à Santorini, separadas apenas por 30 km, você gasta 6 horas no ferry boat, como se fosse um taxi marítimo,ou 2 horas de hidrofógio, barco mais leve e mais rápido.Você vai fazendo amigos no navio, assistindo a shows, observando as ilhas passarem na calma do mar Egeu.

Melhor época do ano para ir é na primavera pois o verão em Julho, chega a 40 graus.O fuso horário é bem confuso já que os dois países adotam o horário de verão; no verão a diferença é de 4 horas e no inverno é de 6 horas.Não volte sem pegar um bronzeado nas ilhas e trazer umas malhas na mochila, elas são uma pechincha.

A Grécia e local otimo para sua ferias você vai se enquanta com e belas contruções gregas para seu lazer com sua familia.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Cataratas do Iguaçu


Mapa de la Region


Turismo nas Cataratas do Iguaçu




Agora, o acesso às quedas d'agua e feito por meio de ônibus panorâmicos, com capacidade para 72 pessoas, que partem de um centro de recepção de turistas construido na entrada do parque. La, concentram-se ainda telefones, fraldario, câmbio e lojas, entre outros.

Automoveis e ônibus de turismo tambem ficam neste setor, estacionados fora da unidade de conservação, para alegria da natureza, que agradece. No primeiro ano de funcionamento do sistema, o numero de animais mortos em atropelamentos no interior do Parque Nacional caiu à metade.
Outra melhoria facil de ser percebida e a quantidade de funcionarios disponiveis para atender os visitantes. O Ibama tinha apenas 30 pessoas para trabalhar na preservação do meio ambiente e no atendimento aos turistas. O resultado, naturalmente, era ineficiente.



"Agiamos em uma area que não era a nossa especialidade, o turismo. Isso complicava todo o nosso trabalho e impedia que nos concentrassemos na preservação", lembra Jorge Luiz Pegoraro, chefe do Ibama no parque.


Atualmente, são mais de 150 os funcionarios voltados exclusivamente ao turismo. Os investimentos por parte da Cataratas S.A. não param por ai. A empresa injetou desde o inicio da empreitada mais de 9 milhões de dolares.


"O Ibama não tinha sequer banheiro no parque. O turista saia daqui decepcionado com a falta de infra-estrutura. Fizemos uma serie de obras que o governo levaria 100 anos para fazer", declara Wadis Benvenutti, diretor da empresa concessionaria.


Entre as iniciativas de Cataratas S.A, destacam-se as construções de um novo elevador panorâmico e uma praça de alimentação com direito a restaurante de padrão internacional e vista privilegiada das Cataratas.

Tudo isso brindou ao parque capacidade para receber ate 12 mil visitantes diariamente, enquanto a media de visitas e de 2.500 pessoas. Por outra parte, o Ibama aproveitou a concessão para concentrar esforços na preservação do fragil ecossistema local.


Livres para agir exclusivamente em suas areas, os tecnicos ja trabalham em pesquisas sobre o impacto causado no Parque Nacional pelas visitas dos turistas às Cataratas. Eles tambem preparam um amplo projeto de educação ambiental.
Cataratas um local bem para uma visitar e um lugar com suas aguas passando perto das suas cachoeiras muita beleza natural para o seu lazer.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Roma




Pelas suas características naturais e pela riqueza do patrimônio histórico, artístico e cultural, a Itália representa uma das metas privilegiadas do turismo internacional.
Roma conserva sua grandiosidade e reputação como um dos maiores centros culturais do mundo, cuja economia é extremamente dependente do turismo. Apesar do trânsito e poluição, típicos de grandes metrópoles, Roma é célebre por seus excelentes restaurantes, animados cafés nas calçadas, elegantes lojas e mais de 300 fontes iluminadas. A história permeia todos os recantos da magnífica cidade de Roma, conhecida como a Cidade Eterna. Pode-se locomover pela cidade de metrô e ônibus, mas o importante é andar a pé o máximo que puder para não perder a chance de apreciar a arquitetura, a beleza e a história desta cidade.

Roma é uma cidade onde a cada esquina existe algo de interessante, desde um prédio, uma fonte, passando por igrejas, pórticos, estátuas, até chegar às lojas, cantinas, tratorias e adegas.
Alguns dos pontos mais visitados:
• Basílica de São Pedro (mais importante santuário católico que atrai peregrinos e turistas do mundo inteiro)
• Vaticano (capital da igreja católica e o menor Estado do mundo e residência do Papa)
• Museus do Vaticano (um dos acervos de artes mais importantes do mundo)
• Capela Sistina (situada no museu do Vaticano cujos afrescos no teto foram pintados por Michelângelo)
• Coliseu (maior anfiteatro Romano onde aconteciam combates mortais entre gladiadores e animais selvagens)
• Piazza di Spagna (mais famosa praça de Roma)
• Fontana di Trevi (maior e mais famosa fonte de Roma)

A Piazza Venezia, é inconfundível pela presença do monumento em homenagem a Vittorio Emanuele II, o Vittoriano, que praticamente se debruça sobre a praça. Foi inaugurado em 1911, baseado num projeto de 1855 de Sacconi, hospeda a tumba do soldado desconhecido.
Eis o Colosseo, o anfiteatro Flavio, iniciado por Vespasiano e inaugurado por Tito em 80 d.C., foi destinado a espetáculos e combates que acontecem até o séc. VI. Formato elíptico, com uma circunferência de 527m, tem um muro externo alto 57m e dividido em 4 andares. Foi dividido com setores para o Imperador, para os Senadores, e diferentes categorias de público. A arena, tinha uma cobertura de madeira, que hoje não existe, e mostra os restos dos locais de serviço.

Os fatores que favorecem o desenvolvimento das atividades turísticas no país são em primeiro lugar as historicamente conhecidas atrações naturais e culturais (clima, paisagens marinhas e montanhas, patrimônio artístico, centros religiosos e de águas termais), em segundo lugar a proximidade a um grande "reservatório de utilidade", representado pelos países industrializados da Europa central e norte ocidental, a meios de comunicação rápidos e econômicos com outros continentes, e ainda o ótimo nível das estruturas de recepção que poucos outros países dispõem.
Bem afirmado, o turismo deve ser considerado uma das mais importantes fontes da economia italiana: contribui com 5,5% aproximadamente do PIB, valor superior aquele de todo o setor agrícola.
A riqueza do patrimônio artístico, em todas as suas manifestações, é incomensurável.

Roma uma cidade muito pontos turisticos com suas contruções antigas  com seu bela bela culinaria italiana com seu pratos deliciosos.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Muralha da China


A fortaleza toma conta do horizonte. Para a direita, espalha-se no topo das montanhas, esconde-se cinzenta pela vegetação que cobre a serra e, de repente, surge imponente. Para a esquerda, sobe a pique o morro, apequenando tudo que a cerca. A Grande Muralha da China, onde outrora guerrearam hunos, mongóis e manchus, agora é palco de outro desafio, pacífico, festivo: uma maratona.

Na praça Yin Yang, ao pé da muralha em Huangyaguan, a três horas de viagem de Pequim, um punhado de corredores vindos de 30 países espera a hora da largada. A eles foi reservado um pequeno trecho dos mais de 6.000 quilômetros da fortificação, que se espalha de leste a oeste pelo norte da China. Breve, mas perigoso: tem mais de 1.700 degraus de tamanhos diversos, áreas semidestruídas e locais com risco de desabamento.

Às 7h30, com o sol começando a vencer as nuvens, é dada a largada. Disparam cerca de 500 pessoas que enfrentariam distâncias diversas, dos 42.195 metros da maratona completa a 10 km, todas com trechos sobre a muralha. Meia hora depois, sairiam os participantes da prova de 5 km.

O início é fácil, plano. Mas logo os corredores passam sob um pórtico colorido e começa a subida da montanha. Depois de quase cinco quilômetros pelo asfalto, uma forte rampa calçada com rochas leva a um pequeno pórtico, onde uma placa de ferro diz o óbvio: entrada da Grande Muralha. A partir dali, todos correm sobre a fortificação que um dia guardou as fronteiras do Império chinês.

Essa parte da muralha foi construída há mais de 1.400 anos. Estende-se por cerca de 40 quilômetros, no topo das montanhas que se espraiam de leste a oeste pelo norte chinês. Ali, fica em média mais de 700 m acima do nível do mar. O trecho em Huangyaguan inspirou um ditado chinês: "Se um homem guardar a passagem, 10 mil não conseguirão entrar".

Além dessa área, outros trechos da muralha foram colocados em condições de receber turistas --os mais conhecidos e visitados ficam a cerca de uma hora de viagem de Pequim.

O de Huangyaguan foi recuperado no final da década de 80, e a parte aberta ao turismo tem pouco mais de três quilômetros.

As primeiras escadarias são uma beleza, com degraus em tijolos cinzentos. Os pontos de descida mais íngreme estão marcados com tinta branca. Mas nada avisa que, apesar de terem a mesma profundidade, os degraus em cada lance não são da mesma altura.

Apesar de difícil, o percurso é mais ou menos normal até a torre que marca o ponto mais alto do percurso sobre a muralha, cerca de cem metros acima do local em que os corredores entraram. A partir daí, o piso é de rochas irregulares. As passagens são estreitas, as descidas são íngremes e em vários pontos não há paredes.

Começam os trechos de fila indiana. Encostados no paredão, agarrados a um corrimão improvisado, os corredores tentam ficar o mais longe possível do lado onde não há proteção --as paredes da muralha têm em média dez metros de altura e depois ainda há muito morro para cair...

Nesse ritmo, procurando fugir de acidentes e ao mesmo tempo seguir o mais rápido possível, os maratonistas finalmente chegam ao fim do primeiro trecho. Saem da muralha, mas ainda estão no alto da montanha e precisam descer uma trilha pedregulhosa e escorregadia, com degraus irregulares cortados na montanha.

No final da descida quase a pique, os atletas voltam à cidadela onde tudo havia começado. Estão no asfalto, disputam espaço com carros, caminhões e ônibus. Correm sem proteção, cuidando para ficar no acostamento e fugir dos motoristas chineses, que parecem adorar a buzina e também são fãs da velocidade.

Logo saem do asfalto e correm em uma estreita estrada de chão batido, que margeia um rio agora seco, vazio. No leito sem água, um pastor leva suas cabras pelas pedras. Do outro lado do ex-rio, casas simples e pequenas lavouras desafiam o terreno íngreme.

E assim os corredores chegam ao primeiro vilarejo que vão atravessar no percurso fora da muralha, Duanzhuang. É uma comunidade rural pobre, mas sem favelas à vista. As casas pequenas, de tijolos, se empilham em ruelas que cruzam a via principal.

Nas soleiras das portas, moradores acompanham a passagem dos corredores. As crianças fazem a festa, cumprimentam os visitantes, gritam um "hello" cantado, a que os estrangeiros respondem com "ni hao!" em chinês castiço.

Fora da área urbana, há plantação dos dois lados da estrada. De vez em quando, ouve-se o canto de um pássaro tal qual os relógios: "Cuuu-co". Trata-se do próprio cuco, "bu qu" para os íntimos, cujo nome completo é "bu qu liao".

Em outro vilarejo, ao lado da agricultura, a criação de porcos é fonte de renda. À beira da estrada, grandes chiqueiros, antes da entrada da cidade. Diferentemente do que acontece no interior brasileiro, a comunidade não se forma a partir da igreja. Na região chinesa, escola e hospital são os prédios maiores, mais enfeitados.

Mais à frente, os corredores separam-se. Os da meia maratona começam seu retorno, os que vão cumprir 42,195 quilômetros seguem. Terão ainda muito asfalto solitário, subidas fortes, longas descidas em areião. Do ponto mais alto do percurso, no km 22, vêem as montanhas ao longe, o rio, campos limpos e lavoura.

É hora de segurar as forças. O sol já queima, o calor e a umidade aumentam o cansaço, os atletas procuram as raras sombras no caminho para facilitar a volta, diminuem o ritmo --alguns caminham de quando em quando.

Mas todos, em melhor ou pior condição, acabam chegando de volta à cidadela e ao torreão que marca o retorno à muralha.

Farão agora o caminho inverso do enfrentado quando começaram a prova. Terão de escalar a montanha e novamente enfrentar 1.750 degraus de todos os tipos e tamanhos. Não poucos vão de gatinhas, outros buscam o suporte do paredão para erguer o corpo.

Esgotados, atletas sentam nos degraus, em que camelôs aproveitam para oferecer frutas da região --principalmente uma espécie de pêra, muito branca, mas sem gosto. Cinco yuans valiam mais de meia dúzia de frutas.

Subindo e descansando, finalmente os corredores avistam, lá do alto, a estrada que vai levá-los ao ponto final. Agora é só morro abaixo. E soltam o freio nesses derradeiros quilômetros, para chegarem felizes, cada um o próprio herói, à praça Yin Yang. Ganham medalha, aplauso 

e festa. E levam o dragão no coração.


            


Com a morte do imperador Qin Shihuang e com a ascensão da Dinastia Han ao poder, por volta de 206 a.C., reiniciou-se o crescimento chinês e os trabalhos na muralha foram retomados ao longo dos séculos até ao seu esplendor na Dinastia Ming, por volta do século XV, quando adquiriu as atuais feições e uma extensão de cerca de sete mil quilômetros, estendendo-se de Shanghai, a leste, a Jiayu, a oeste, atravessando quatro províncias e duas regiões autônomas.

A Grande Muralha estende-se por cinco mil quilômetros de leste a oeste no norte da China como um imenso dragão percorrendo seu caminho pelos desertos e montanhas. Considerada uma das sete maravilhas do mundo, despertou a curiosidade, o interesse e a admiração de todo o planeta. A Grande Muralha figura no catálogo de relíquias culturais e foi incluída em 1987 no Patrimônio Cultural Mundial da Unesco. 



                                         


Sua construção se iniciou no período dos Reinos Combatentes e durante esta prolongada época, a China teve sete reinos independentes: Chu, Qi, Wei, Han, Yan, Qin e Zhao que para se defenderem das incursões vizinhas cada um destes reinos construiu suas próprias muralhas em terrenos de difícil acesso. No ano de 221 a.C, o reino de Qin conquistou os outros seis estados e resolveu unificar toda China, ordenando a união das muralhas levantadas por cada reino e construir novas tramas. Por isso, a Grande Muralha passou a fazer parte da história da China com o nome de “Muralha do Dez Mil Li” que fora conservado até os dias de hoje e vem sendo usado pelos chineses.

O desenho e a construção da Grande Muralha são um reflexo fiel da sabedoria dos estrategistas e construtores daqueles tempos. Os muros, corpo principal da obra, se construíram aproveitando os contornos das montanhas e dos vales. Ainda que a Grande Muralha tenha cumprido sua missão por muito tempo, sua permanência para a humanidade constitui em um valiosíssimo legado cultural, histórico, artístico, arquitetônico e turístico. 





a muralha da china um dos pontos turisticos do mundo e da china a muralha tem varios quilometros a sua grande extensão pela o grande pais da china  um dos paises mais velhos do mundo a muralha e uma bela muralha tem uma bela paisagem. 

sábado, 27 de agosto de 2011

Londres



Londres - Englaterra 
  

Há quem diga que Londres é uma cidade paradoxal. Tradicionalista, monárquica e elegante, Londres é também a capital do rock, das vanguardas e da inovação. A cidade absorve a diversidade dos seus imigrantes e turistas da mesma forma que preserva rituais seculares como tomar o chá da tarde.
Londres é milenar. Seus castelos e palácios imponentes se misturam com a vida moderna de uma cidade cosmopolita, que dita tendências do mundo ocidental, seja na economia, na política internacional, na cultura, na música...
Londres é paradoxal, é eclética, é diversificada como uma metrópole mundial deve ser.



Atrações
Big Ben: principal cartão postal de Londres e de toda a Inglaterra, o Big Ben é a Torre do Palácio de Westminster, onde funciona o parlamento inglês.
A fama da pontualidade britânica se deve ao seu relógio, que desde 1859 marca o horário do mundo, a partir do Meridiano de Greenwish.
Torre de Londres: Localizada às margens do Tamisa, a Torre abrigava a antiga prisão de Londres, onde tanto a plebe quanto os nobres traidores eram presos, julgados e executados.
Rio Tamisa: a margem sul do Rio Tamisa, entre o palácio de Westminster e a Torre de Londres, é o trecho mais belo do Rio Tamisa, conhecido como Millennium Mile. No caminho, um rico conjunto arquitetônico abriga atrações culturais e gastronômicas.
Palácio de Buckingham: cercado pelo tráfego intenso das avenidas que o contornam, o Palácio é a residência oficial da Rainha Elizabeth II. A arquitetura austera do palácio se completa com exuberante e gigantesco jardim.
London Tower Bridge: construída no séc. XIX, a Tower Bridges é um dos principais cartões postais de Londres. A ponte passa pelo Rio Tamisa e é sustentada por duas torres belíssimas.
London Eye: uma elegante roda gigante às margens do Rio Tamisa, de onde se tem uma belíssima vista panorâmica de Londres.
Catedral de Saint Paul: cada vez mais escondida pelos arranha-céus do centro financeiro de Londres, a Catedral de Saint Paul mantém a sua imponência. Construída para substituir a antiga catedral que foi consumida pelo grande incêndio que arrasou boa parte de Londres 1666, a catedral já foi uma das construções mais altas da cidade, e ainda hoje, é possível se apreciar uma bela vista de sua cúpula.
Millennium Bridge: a ponte é a única de Londres exclusiva para pedestres. Liga o Museu de Arte Moderna à Catedral de Saint Paul. Sua arquitetura arrojada, quando iluminada à noite, parece uma lâmina fina cortando o Tamisa.
Castelo de Windsor: a cerca de 30 min de trem de Londres, o  castelo é uma das residências da Rainha Elizabeth II. Sua construção é datada de mais de 900 anos, e seu interior pode ser visitado mediante a compra de ingresso.



Londres um local belo a realeza em Londres esta linda para olimpiadas 2012 Londres com sua 
beleza com seus lindos locais para competição.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Tokio



 Tokio-Japão 



Visitar Tóquio pode não ser uma tarefa tão fácil: seja pela distância, pelos preços altos ou mesmo pela dificuldade do idioma. Mas você verá que qualquer sacrifício vale a pena quando se defrontar com a rica (e intrigante) cultura e todas as surpresas que a capital japonesa reserva para sua estadia.
Há quem diga que a cidade é feia, cinza e uniforme. Outros acham que o trânsito caótico e a multidão desordenada assustam. Discorde e vá descobrir por você mesmo. Tóquio não é nem feia nem bonita, nem super moderna nem antiga. Aguce sua sensibilidade e descubra as sutilezas ocultas dessa metrópole.

Tóquio é a cidade da moda. E dos modismos. Se no verão reinavam as "gyaru" (do inglês girl) e seus celulares coloridos com antenas piscantes e você pode ouvir a cantora pop Utada Hikaru cantando "Fly me to the Moon" por toda a cidade, o inverno promete ser o Natal dos celulares com tela colorida (256 cores), com câmera digital embutida. É fotografar e enviar a foto na hora.

O visual alegre e multicolorido das "gyaru" dá lugar a um visual mais sofisticado, mas ainda extravagante, baseado nas pashiminas (espécie de cachecol mais largo, feito de lã) e nas mini-saias, mais curtas ainda.

E o hype agora é ouvir a balada "Everything" na voz de Misia, diva pop que consagrou o rythm & blues definitivamente no país.

Por que você precisa saber isso? Porque em Tóquio tecnologia, moda e música são fatores fundamentais. Além da comida, é claro. 





A tecnologia um cidade bem disivouvida para a tecnoligia em todos os locais da capital japonesa com seus lindos pedrios suas lindas pontes e claro a tecnoligia em  bem avançada.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Paris


PARIS A "CIDADE LUZ"

Se você estiver em Paris à noite, especialmente durante o Natal e o Ano Novo, não será difícil entender o motivo da expressão "cidade luz". A iluminação enche os olhos de todos que por lá passam. Mas não é só a luminosidade que é abundante na cidade. A arquitetura exala beleza e a programação cultural é intensa. Veja ao lado dicas de museus e informações sobre os principais pontos turísticos da cidade.

Arco do Triunfo
O ideal seria percorrer Paris a pé para não perder absolutamente nada. Mas isso não é possível. Então, escolha roteiros que você possa cumprir. Visite a Torre Eiffel e os jardins e espelhos d'água do Trocadeiro, na Île de la Cite vá até a catedral de Notre Dame, imperdível, e desça até a cripta onde estão as primeiras pedras de Paris, que remetem ao Império Romano. Depois, siga até a Sainte Chapelle, no Palais de Justice, uma linda capela transformada em museu.
A Bastilha, onde ficava a prisão política do império francês, vale uma visita. A queda da Bastilha, ocorrida dia 14 de Julho de 1789, é o principal feriado francês. Já o Cemitério do Père Lachaise é, possivelmente, o mais importante do mundo. Nele, estão os túmulos de Jim Morrison, Balzac, Molière, Proust, Oscar Wilde, Irmãos Lumiére, La Fontaine, Chopin, Edith Piaf, Allan Kardec, Sarah Bernhardt e muitos outros. O local é visitado por turistas e amantes de História, Artes e Arquitetura.
A Grand Bibliotèque de France é um lindo prédio de vidro, que teve sua construção muito criticada por deixar que a luz do sol estrague os livros. Um sistema de tapumes foi criado depois de sua inauguração para evitar a destruição das obras. O prédio vale uma visita.

Torre Eiffel
O bairro Le Marais, que faz parte do patrimônio histórico da Unesco, era uma área boêmia de artistas e hoje abriga uma animada comunidade gay. Já o Quartier Latin, no lado direito do rio Sena, ainda reúne estudantes e intelectuais. Passear pelos bulevares Saint Michel e Saint Germain, cheios de bistrôs e cafés, é uma experiência agradabilíssima.
Ainda no Quartier Latin encontra-se a Sorbonne, uma das mais respeitadas universidades do mundo, e o Panthéon, construído na época de Luís XV como Igreja de Santa Genoveva e nacionalizado em 1791 como sepultura dos "Grandes Homens". O monumento abriga nomes como Napoleão, Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola entre outros.



Bairro de Septième
Já o bairro de Septième é o exato oposto, onde encontra-se a burguesia parisiense, consulados, a École Militaire, o Musée des Armées, onde está exposto o caixão de Napoleão, e a sede mundial da Unesco. Um local interessante, também com outra proposta, é La Defense, uma área futurística criada por multinacionais francesas onde está o moderno arco do triunfo, o Grand Arch de La Defense, e outras esculturas.
Antes de deixar Paris, pegue um trem e vá até Versailles, sede da corte francesa de Luís 15 e um dos palácios mais ricos do mundo. O local dá uma idéia do refinamento e do luxo da elite na França pré-revolucionária.



O RIO SENA

Um passeio em barco pelo rio Sena oferece uma vista que resulta muito atrativa e bem localizada para o recém chegado. Desde suas águas ancestrais, é possível viver com intensidade essa sensação onírica de estar preso no passado, numa espécie de cartão postal vivo que golpeia com os cheiros, os sons e as cores que se percebem. Há três companhias que oferecem excursões em barco pelo rio de dia durante quase todo o ano e de noite durante o verão, quando o clima convida a percorrer Paris desta romântica maneira. Os passeios duram desde uma hora até uma manhã ou uma tarde. Algumas naves são de grande elegância e exigiram a seus passageiros o uso de traje e gravata. Os preços variam de acordo à qualidade da embarcação e os serviços que preste.
O rio pode-se percorrer também a pé, por suas margens, encontrando então um forte contraste entre a quietude de suas águas por um lado, e a agitação veicular das vias rápidas que correm paralelas ao rio. A maior vantagem de fazer o percurso a pé é que desta forma resulta possível aceder a suas pontes no sentido em que foram construídos: como forma de cruzamento para o lado oposto.
As pontes do Sena foram construídas entre 1600 e 1800 por ordens de diferentes governantes. A intenção era, desde logo, prática: facilitar o trânsito de um lado a outro do rio; contudo, a caraterística espirito estético dos franceses fez destas pontes lugares românticos e belos desde os quais ter um instante de intimidade com o rio e seus reflexos. O Pont Neuf, de 1607, foi nos tempos de sua recente construção um centro de reunião de cantores mambembes, charlatães, vendedores de livros e dentistas amadores, assim como de toda classe de picaretas e ladrões. O Pont Royal, construída no reinado de Luiz XIV, permite uma excelente vista dos jardins das Tullerias e o Louvre. O Pont de la Concordia, correspondente à etapa da Revolução francesa, guarda em suas entranhas pedra tomada da destruição da Bastilha e com isso representa o fim de uma era de absolutismo que os franceses marcam notavelmente. Também se lhe conhece como o Ponte da Revolução. Por último, o Pont Alexandre III, a mais nova do rio, construído a finais do século XIX, representa a era tecnológica da França ao estar realizado em aço.


Paris uma bela cidade com sua linda torre eiffel com sua lindo arco do triunfo com seu lindo rio sena com sua lindas beleza e seus pontos turisticos.